A GUTHO é a primeira marca da Protocolo Health, fundada por Felipe Lavareda e Bruno Alves.
O mercado de nutrição esportiva compete em caloria, estímulo e sabor. O intestino entra na conta como efeito colateral a ser tolerado, quando entra. A GUTHO inverte a ordem: antes de qualquer ingrediente entrar numa fórmula, a pergunta é se ele protege ou modula o intestino do atleta. Se a resposta é não, ele não entra no núcleo da linha.
Praticantes de endurance entre 25 e 50 anos, com rotina estruturada de treino: corrida de rua e de trilha, ciclismo, triathlon, águas abertas. Gente que treina antes das seis e tem reunião às nove, já abandonou pelo menos um produto por desconforto digestivo e lê a lista de ingredientes antes de comprar.
Prometemos fórmulas de dose declarada, rótulo aberto e composição escolhida a partir de literatura científica publicada sobre cada constituinte.
Não prometemos resultado. Suplemento alimentar não trata, não previne e não cura doença, e a GUTHO não vai dizer o contrário para vender.
Felipe Lavareda passou dez anos em multinacionais de bens de consumo, entre Mondelez e Unilever, em estratégia comercial, gestão de portfólio e precificação. Bruno Alves completa o time na frente de produto e operação. A GUTHO nasce da combinação entre uma lacuna de mercado que os dois enxergaram de dentro da indústria e uma frustração que os dois viveram treinando.
Não é slogan, é critério de formulação. Se a evidência de um ingrediente é fraca, a gente diz que é fraca e não coloca.
Cada ingrediente aparece no rótulo com a sua quantidade por dose. Sem blend proprietário e sem dose simbólica para engordar a lista.
Ingrediente que não tem função clara na fórmula não entra, por mais que renda bem na embalagem.
As doses partem de literatura científica publicada sobre cada constituinte. Isso não é o mesmo que estudo clínico do produto final, e a gente não vai dizer que é.
Responda três perguntas sobre o seu treino e entre na lista de espera do lançamento.